Lixamento de Parquet
7 de julho de 2017

instalação de pisos de madeira

Como instalar Pisos de Madeira

 

ORIENTAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DOS PISOS DE MADEIRA TRIÂNGULO

Recomendações e Responsabilidades

  • Os serviços de colocação devem ser confiados a profissionais instaladores de pisos com experiência, os quais devem ler e adotar as orientações desse guia, uma vez que elas definem as responsabilidades pela execução bem sucedida da obra.

 

  • Cabem ao instalador e ao comprador observar, antes do início do trabalho, os seguintes requisitos:

 

  • A responsabilidade pela inspeção final de qualidade do produto é exclusiva do instalador/comprador, a qual deve ser executada antes de iniciar a colocação do piso, obedecendo a critérios seletivos razoáveis, ou seja, bom senso. Os pisos Triângulo são produzidos com as mais modernas máquinas, obedecendo a padrões internacionais e rigoroso controle de qualidade. Sendo um material natural podem, no entanto, ocorrer defeitos não detectados, admitindo-se até 5% de peças com imperfeições, baseado na Ordem de Compra original. Não devem ser instaladas peças nessa condição e o vendedor deve ser contatado.

 

 

 

Sistema de Instalação Linha de Pisos
Colado com adesivo PU Linhas 1 e 2
Flutuante (sobre manta) Linha 2
Colado com cola de contato e manta E.V.A. Não recomendado

 

  • Um adicional de 10% à área a ser instalada é necessário para cobrir as perdas com os recortes e para eventuais futuras substituições de peças danificadas por acidentes. No caso de sobras, é recomendável que o comprador guarde o material em local seco e protegido.

 

  • As embalagens dos pisos contêm peças inteiras (maior comprimento) e peças menores que são frações da maior dimensão. Cabe ao instalador a distribuição harmoniosa, evitando a concentração de peças menores em partes do ambiente.

Providências e Vistorias Antes de Instalar

  • Os serviços de colocação dos Pisos Estruturados de Madeira Triângulo devem ser iniciados somente após cuidadosa observação do ambiente e o planejamento da execução.

 

 

  • Para evitar danos ao piso, sua colocação deve ser feita como complemento final da obra, depois de encerradas as demais instalações: pintura, gesso, elétrica, esquadrias e móveis planejados;
  • Este piso não pode ser instalado em ambientes sujeitos à lavagem ou derramamentos de água (banheiros, cozinhas, lavanderias) e em áreas externas ou passíveis de serem molhadas. A utilização em cozinhas e lavabos é possível desde que respeitadas as instruções de conservação e limpeza da Triângulo, sem a lavagem com água;
  • É exigido um espaço mínimo de 12 mm (cerca de ½”) junto às paredes ou quaisquer obstáculos (colunas, móveis fixos, tubulações, etc.) para dilação/contração do piso (“trabalho da madeira”) mediante as variações de temperatura e umidade ambiente;
  • Nos ambientes que receberão móveis planejados/embutidos o piso, cuja instalação for flutuante, não pode ficar sob os móveis, os quais “travam” o conjunto, impedindo sua livre expansão/contração. A instalação, portanto, é feita depois da colocação dos móveis. Para o acabamento usar rodapé ou cordão, acessórios disponíveis na Triângulo, deixando o espaço de dilatação de 12 mm recomendado;
  • No caso de instalação de divisórias o piso não deve ficar sob a parede;
  • Contrapiso: a base sobre a qual serão instalados Pisos de Madeira Triângulo é de grande importância para a aparência da obra, desempenho e durabilidade do produto.

Tipos de contrapiso e suas condições:

Tipo Condições
Cimentado Regularizado e nivelado, firme sem areia solta ou quebradiço. Isento de infiltrações de água/umidade.
Cerâmicas: porcelanatos e lajotas Regularizados e nivelados, sem peças quebradas ou soltas. Isentos de infiltrações de água/umidade.
Mármores e granitos polidos Mesmas condições das cerâmicas
Marmorite e granilite polidos Mesmas condições das cerâmicas
Pisos de madeira Regulares e nivelados. A madeira deve estar seca e livre de cupins e infiltrações de água/umidade. Não deve ser instalado sobre pisos de madeira em pavimentos térreos.
Carpetes e forrações Não recomendável. Devem ser retirados

Observação: Cada situação deve ser avaliada tecnicamente. Em caso de instalação sobre outros materiais ou de dúvidas, consultar a Triângulo.

Preparação do Contrapiso

A boa instalação depende da qualidade da base de assentamento.

 

  • O contrapiso deve ser firme, plano, sem depressões ou saliências para que o piso não se movimente quando submetido à cargas, principalmente ao tráfego, cuja percepção além de desagradável pode produzir ruídos (rangido) e comprometer a colagem;

 

  • Detritos e poeira não combinam com a boa instalação e reduzem a eficiência da colagem. Limpar toda a área com vassoura e/ou aspirador de pó;

 

  • Não é tolerada a presença de umidade, seja de lajes não totalmente secas ou de umidade que infiltra a partir do solo ou instalações deficientes.

Sobre Cimentado ou Concreto

  • Este tipo de contrapiso é sujeito à umidade, de forma especial em pavimentos térreos, onde ocorre a infiltração ascendente do solo. A verificação de existência de umidade pode ser feita pelo método do plástico colado sobre o contrapiso por 24 horas ou com equipamento de medida de umidade em concreto. O máximo admitido é 4%. Caso necessário deve ser feita a impermeabilização;

 

  • As lajes de concreto devem ter no mínimo 90 dias de secagem.

 

  • É comum que a laje de concreto seja revestida com uma camada de cimento de acabamento. Esta deve ser analisada quanto a:
  • Resistência: com uma haste de metal o cimento é riscado em diversos lugares do ambiente. Se esfarelar, desprendendo areia, não tem consistência para receber a colagem do piso, necessitando correção;
  • Aderência à laje de concreto: a camada de acabamento pode não ter aderido ao concreto. Para testar basta bater na superfície com um pedaço de madeira. Se o som for oco, a camada deve ser refeita, pois irá desprender quando o piso for colado

 

  • A regularidade e nivelamento do contrapiso são conferidos com uma régua de alumínio. Saliências ou depressões com mais de 3 mm por metro de extensão, carecem de correção.

 

Se a reprovação nos testes indicar a necessidade, a correção é feita:

 

  • Com impermeabilização no caso de umidade;

 

  • Com aplicação de massa forte de cimento para formar uma camada resistente ou para regularização.

 

  • Em obras novas são comuns saliências ou ressaltos de cimento mal regularizado. Ocorrem principalmente junto às paredes e devem ser removidas com auxílio de formão/talhadeira.

Sobre Cerâmicas, Mármores, Granitos, Marmorite, Granilite

  • Peças soltas, quebradas ou faltantes: fixar e preencher eventuais cavidades;

 

  • Umidade: em pavimentos térreos, principalmente, verificar sinais de umidade através das juntas/rejunte. Pode ser usado o método do plástico colado.

 

  • Antes da aplicação da cola, é necessária a remoção de gorduras ou ceras da superfície. Caso de materiais polidos, muito lisos, é recomendado um tratamento, deixando-os mais ásperos para facilitar a aderência da cola.

 

  • A colagem sobre esses materiais é feita com adesivos específicos. A Triângulo deverá ser consultada para indicação.

Sobre Pisos de Madeira:

  • Taco e parquet: colar peças soltas e retirar peças apodrecidas preenchendo os espaços. Se houver cupins, providenciar a dedetização com empresa especializada. Para facilitar a dilatação e ventilação, fazer cortes com serra circular a cada 50 cm;

 

  • Assoalho de madeira ou tábua corrida: quando fixadas diretamente sobre o contrapiso fazer cortes a cada 50 cm para dilatação e ventilação. No caso de existência de cupins, dedetizar com empresa especializada;

 

  • Carpete de madeira: caso esteja instalado flutuante, sobre manta, deve ser retirado. Se estiver colado, firme, sem apodrecimentos ou sinais de umidade realizar o mesmo procedimento de cortes para dilatação e ventilação;

 

  • Em pavimentos térreos o piso de madeira deve ser retirado.

 

Antes da aplicação da cola, remover gorduras e ceras da superfície.

Procedimentos de Instalação

  • No ambiente cujo contrapiso foi preparado, o serviço é iniciado pelo corte dos batentes das portas, de forma que o piso possa ser encaixado sob eles e garantindo o espaço livre para dilatação em relação à parede de 12 mm;

 

  • Junto a todas as paredes é necessário o espaço para expansão/contração (“trabalho da madeira”) de 12 mm. É recomendado o uso de espaçadores (cunhas de madeira);

 

  • Abrir caixas de pisos (2 ou 3) para verificar as frações existentes e planejar a sua distribuição;

 

  • Como a madeira tem grande variedade de tonalidades, planejar também sua distribuição aleatória, evitando concentrações do mesmo tom em uma mesma parte do ambiente;

 

  • Aplicar o adesivo adequado numa área que permita a colocação do piso dentro do tempo de “pega” (ver instruções do fabricante);

 

  • Iniciar a instalação pela maior parede do ambiente;

 

  • Utilizando cunhas de madeira e fita adesiva, manter o piso imóvel até a secagem da cola;

 

  • Executar a instalação imediatamente após a abertura das caixas. Antes de interromper a instalação, à noite, por exemplo, concluir a colocação das peças de caixas já abertas;

 

  • Uma vez revestido todo o ambiente, retirar fitas e cunhas e instalar o rodapé, fixando-o na parede;

 

  • Uma limpeza geral e detalhada deve ser feita, eliminando resíduos e removendo excessos de cola que aparecem na superfície do piso

 

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